Abobora assada
Março 31, 2008
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* Cortar a abobora em pedacos; retirar a casca e as sementes.
* Cortar em pedacos (os meus nao estao geometricos)
* Num tabuleiro misturar os pedacos com azeite, sal e pimenta moida. Tambem deitei uma mistura de especiarias: garam massala.
* Vai ao forno durante 45 a 50 minutos.
Nao garanto que gostem! Eu usei um tipo que era butter…. (qualquer coisa em holandes). Estive agora a ver imagens e nao ‘e butternut squash, como eu pensava.
NY – pessoas
Março 30, 2008
,
*Vi o senhor que aparece no video por 3 vezes. Da primeira vez em Brooklyn e mais tarde na Union Square. Da segunda vez comprei-lhe um descascador. Ainda nao experimentei o descascador mas ja ha apostas de quantos dedos vou cortar.
* A senhora do restaurante Tibetan Kitchen. Pequenina, cabelo muito curtinho, vestida de preto. A contrastar com as cores alegres da sala. Muito bonita e simpatica. Comemos Momos.
* A senhora que meteu conversa enquanto estavamos atrapalhados com o mapa na West Village. Conheceu Portugal em 68 e la lhe explicamos que agora esta muito diferente. Esta’ reformada. Ganha mais a passear os caes dos outros de que quando trabalhava. Diz que ela cuida dos caes enquanto que outros cuidam dos filhos. Apontou para o parque infantil e disse que aquelas criancas estavam com amas e nao com as maes (era Domingo). Disse que a Sarah Jessica Parker vivia por ali, e que a confeitaria magnolia so tinha turistas. Recomendou-nos as padarias dos locais.
*No metro quase todos usam headphones que evitam a interaccao. Ainda assim ha pessoas bem educadas e simpaticas.
NY
Março 29, 2008
recuerdo do Japao
Março 19, 2008
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” In Japan, the abalone which was single shelled was used as a pronoun of unrequited love since old days.
In contrast, it was said that person having a bivalve such as a clam could meet a good partner and could be happy.
This strap named happy clam will bring you happiness.”
Do fim de semana
Março 17, 2008
Uma combinacao de amigos com chuva resulta num fim de semana bem passado:
*Um jantar de “ate’ ja”.
*Ida em grupo ao IKEA, com direito a malabarismo na bicicleta (alforges cheios e transporte (delicado) de uma planta carnuda)
*Pataniscas, bolinhos de bacalhau com arroz de tomate em casa da R., e com cidra de pera a acompanhar (muito bom!)
*Arrumacoes (papeis, papeis e mais papeis)
*Dim sum ao almoco (e nao conseguimos ir aos 3 museus que tinhamos em mente)
*Filmezinho com direito a ovos estrelados e chocolates da Garoto
* E finalmente, concerto de musica classica, do vizinho da amiga, que e’ Luxemburgues. (Um aparte: gracas a ela, ele descobriu que andava a ensinar o “Chupa Teresa” a um miudo filho de portugueses
Grande nivel!)
sexta feira
Março 14, 2008
*Era o dia dos meus lanches mais caprichados.
*Era o dia em que eu durante anos fui a pe’ de mochila as costas para a estacao dos comboios (malditos transportes publicos de Aveiro).
*Era o dia em que toda a gente no trabalho combinava saidas com os respectivos e eu tao longe do M.
*E’ o dia em que os SEF arrancam com as festas ca’ na aldeia (SEF= sempre em festa).
*Ja’ nao faco malas.
*E’ o dia de planear tudo, mesmo que nao se cumpra nada
(pintar a casa por exemplo….)
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Nao querendo parecer que voltei ao desterro (eu gosto de viver em Amsterdao)…estou de volta! Tirando o tempo pessimo, a comida sem sabor e os encontroes nos supermercados aqui ‘e a minha casa. Mas eu gosto muito, muito de Portugal.
No Domingo fomos ‘a Serra Amarela. Fica entre Terras do Bouro e Vilarinho das Furnas. Almocamos no Abocanhado. Um restaurante muito bonito, com bom gosto, vencedor de um premio de arquitectura. Ficou bem enquadrado e tem umas vistas de cortar a respiracao. A comida nao ‘e propriamente vegetariana, como devem imaginar.
Para sobremesa comi pudim de coco com ameixas. Tenho que descobrir a receita. O Miguel diz que a avo dele chamava manjar branco. O molho era feito com ameixas secas, vinho (do Porto?) e canela. Divino!
De Portugal trouxe dois livros:
* A rapariga que inventou um sonho (contos; uma escrita clean de Haruki Murakami)
* A linha negra ( do meu autor favorito de policiais, Jean-Christophe Grange)
Pt
Março 8, 2008
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* Ao chegar a Portugal (ainda no aviao, a ler o jornal) fui brindada com noticias que me lembram o porque de eu nao ler Publico, Diario Digital, entre outros… Policia vai ás escolas pedir identificação de professores participantes na manifestação de hoje; lamas oleosas da ETAR de Sines são transportadas em camiões normalmente utilizados para o transporte de cereais; GNR bate em grevistas da ETAR…
* O ar morno do Porto (embora a familia se queixe do frio).
* Batatas com sabor a batatas, maçãs de Bravo de Esmolfe, pão com sabor a pão.
* Abraços e beijos de quem sente a nossa falta (e de quem nós também sentimos).
* O cheiro do meu quarto, das minhas gavetas.
* As coisas que a minha mãe me comprou, na minha ausência, guardadas á minha espera.
* Os bolinhos para o chá “Ao Bom Doce”, em Vila do Conde.
* Um Atlas, “Ursula a maior”, “Rosa, minha irmã Rosa” para uma menina que continua a achar que ler não é divertido e que o mundo lá fora não tem interesse.
* Os vizinhos que espreitam por detrás das cortinas que oscilam com as janelas fechadas
* Telefonemas dos que estão cá, mas estão longe (olá menina Concha ).
* Amanhã vamos à Serra Amarela.
* Estou feliz!
O que fazer para o seu basilico nao morrer
Março 6, 2008
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Hoje de manha estava a tomar o pequeno almoço junto á bancada da cozinha (nunca me sento, mas demoro muito tempo) e lembrei-me de alguem que se queixava de nao conseguir manter o basilico vivo.
O senhor do mercado Noordermarkt ensinou-me:
* nunca regar o basilico; colocar água só no prato, onde o vaso esta’ colocado.
* nunca arrancar as folhinhas com a mao; utilizar uma tesoura e cortar um pouco mais abaixo.
a nação do paracetamol
Março 5, 2008
Ca’ quando se esta’ doente, mandam-nos para casa tomar paracetamol e ficar na cama. Foi o que fiz.







